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Recoll

Enviado em software por Caio César em abril 21, 2010
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Recoll é o tipo de programa com o qual se acaba esbarrando acidentalmente e depois, acaba-se querendo tê-lo sempre por perto.

Como alguns bem sabem, sou considerado um sujeito “antiquado” quando o assunto é tecnologia, apesar de ser entusiasta do software livre e de plataformas móveis. O motivo? A forma como eu costumo usar Linux, famosa pela baixa abstração, sem HAL, ambiente FVWM, CLI/bash sempre presente etc.

Fica fácil ao leitor constatar que muitas operações com arquivos e diretórios são feitas através de ferramentas como cp, mv, ln e rm. Eis que, não poderia ser diferente com buscas, usando find e muitas vezes, grep. O problema é que, como sempre menciona o ilustre Renan do #lin_vs_win, e quando você precisa procurar dentro de ‘n’ tipos de arquivo, incluindo PDFs e… com rapidez? Eis aí que surge o Recoll.

(mais…)

Anotações sérias

Enviado em software por Caio César em maio 12, 2008
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Você costuma tomar muitas notas quando utiliza o seu computador? Se costuma, como anda fazendo? Usando uma aplicação estilo o Tomboy ou XPad ou ainda apelando para os famigerados e valentes “.txt”?

Quando me fiz essas perguntas, me encontrava com um acervo (leia-se zona) muito grande de anotações dispersas em inúmeros arquivos “.txt” e várias notas post-it do XPad (que por sinal, andava me irritando com alguns bugs e constantes encerramentos súbitos).

A solução foi quando eu decidi procurar um programa similar ao KeyNote, não… não o programa de apresentações da Apple, mas este aqui:

Queria algo similar para Linux, nem precisava ser tão bom, com abas e todos os recursos do KeyNote. E de fato, não achei algo como o KeyNote, mas cheguei bem perto e principalmente, resolvi meu problema.

O nome da solução? NoteCase. A interface do programa é limpa e apresenta uma disposição de dois painéis abaixo da barra de ferramentas, veja:

No lado esquerdo, é apresentada a estrutura do documento em árvore e no lado direito, o conteúdo correspondente à entrada selecionada na árvore. Simples, não?

Você pode criar nós com certa liberdade e ir estruturando suas anotações, conforme desejar. O programa inclui 4 ícones para representar os nós e você pode usar ícones armazenados no sistema-de-arquivos também, como eu fiz na captura acima.

O programa permite a inclusão de imagens nas anotações, uso de formatação básica no texto (não é possível alterar a fonte, por exemplo), inclusão de ligações para endereços web e a inclusão de anexos, o que é muito útil.

Para quem estiver preocupado com o formato usado pela aplicação (.ncd), o mesmo é uma espécie de XML e o NoteCase exporta para HTML e (pasmem!) até para um binário executável, o que é raríssimo de ser visto por aí. Os anexos ficam armazenados dentro do arquivo codificados em BASE64.

Se você quiser usar o NoteCase para gerenciar tarefas de forma básica, é possível também. Por exemplo, se você tem um nó chamado “Faculdade” e vários subnós, cada qual correspondente a uma tarefa (trabalhos e pesquisas, por exemplo), contendo informações e apontamentos, você pode ter controle do que já foi feito teclando espaço (ou se preferir, usando o comando “Mark node as finished” no menu contextual) ao selecionar o subnó na árvore. Vá até o nó pai (nesse caso, seria Faculdade) e verá na barra de status o progresso, incluindo até porcentagem de conclusão. É bem legal, embora minha explicação talvez tenha ficado confusa.

Um detalhe interessante é que a ajuda do programa foi montada usando ele próprio. Muito legal.

Espero que tenham gostado e que esse software facilite tanto a vida do leitor quanto facilitou a minha.

Osmo!

Enviado em software por Caio César em maio 12, 2008
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Precisando de um organizador pessoal prático e rápido, que possa ficar sempre à sua disposição? Então você talvez queira experimentar o Osmo.

O que mais chama a atenção no aplicativo não é a leveza ou a quantidade de recursos, mas sim, a interface, organizada de forma diferente e que certamente não é comum. Eu particularmente gostei e talvez tenha sido um dos motivos para a escolha dele.

Captura de tela do Osmo

Assim como boa parte do que uso, o Osmo não pede bibliotecas obscuras ou é voltado para algum ambiente gráfico de grande porte. O programa utiliza o toolkit gráfico Gtk2 e tem um visual bacana e atual, que combina com o conjunto de ícones Tango.

Basicamente, você pode organizar nele: contatos, tarefas e controlar um calendário de forma básica. Parece muito simples? Talvez até seja, mas o programa é rápido e o uso dos recursos não é complexo, o que torna-o prático para um uso corriqueiro e diário.

Uma dica para tornar o fácil o acesso é deixá-lo sempre na bandeja do sistema e carregá-lo automaticamente com seu ambiente gráfico.

Mas infelizmente, nem tudo são flores… o projeto é bastante novo e ao contrário do Geany, carece de uma boa tradução para o português do Brasil. Estou cogitando até traduzir, pois é um programa muito bacana. No momento, venho usando em inglês e descartei o arquivo de localização — /usr/share/locale/pt/LC_MESSAGES/osmo.mo —, em meu Slackware Linux 12.

Vale uma conferida, com certeza!

Até a próxima.

A arte de rabiscar

Enviado em software por Caio César em maio 11, 2008
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Ah… os programas de desenho… muitos de nós, quando crianças, passávamos horas e horas desenhando, ou, como prefiro dizer, fazendo uns rabiscos, hehehe. Alguns desenhavam em papel, mas não raramente, desenhavam em computadores também.

Quem começou com Windows 3.x, provavelmente o fazia no Paintbrush e quem começou com Windows 9x/NT 4, provavelmente o fazia no Paint.

O ambiente Gnome, por padrão, não traz nada que lembre um programa raster de desenho voltado para tarefas simples, como era o Paintbrush. O ambiente KDE, possui o “kolourpaint”, mas nem todos usam KDE ou mesmo gostam da opção fornecida pelo ambiente.

Eis então que temos o mtPaint, mostrado na captura de tela abaixo:

O mtPaint não possui uma interface inovadora e nem mesmo parece simples de usar como um Microsoft Paint da vida. E de fato, ele não é, embora tenha uma cara simpática.

O programa apresenta recursos como a exportação da imagem em ASCII-art e a possibilidade de criar GIFs animados, visto que é possível criar animações, usando a (rústica) capacidade de layers (camadas) que o programa fornece.

O programa também trabalha de forma simples com canais e permite o uso de uma dúzia de efeitos.

Uma outro ponto a se destacar, é o suporte a dispositivos de entrada extendidos, tais como mesas digitalizadoras, o que provavelmente deve enriquecer a experiência (ou diversão, dependendo da pessoa).

Em meu sistema Slackware Linux 12, o programa é capaz de salvar e abrir arquivos nos formatos BMP, GIF, PNG, TGA, TIFF e XPM. Desconheço o motivo da omissão do popular JPEG.

Com certeza o mtPaint é mais um programa bacana e pouco conhecido. Se você sempre gostou de aplicações como o Paintbrush, agora já conhece uma opção interessante.

Aguardo seu feedback e quem sabe umas ilustrações também ;-) . Até a próxima!

Introdução ao Geany

Enviado em software por Caio César em maio 11, 2008
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Quando pensamos em edição de texto, especialmente para usuários mais avançados ou simplesmente geeks em sistemas *nix e Unix-like, dois nomes costumam ser citados: emacs e vi (ou a versão melhorada dele, vim). Entretanto, além de uma infinidade de editores populares, para X Window ou console, temos sempre bons aplicativos que ficam perdidos.

Hoje, apresento um deles, como alternativa ao vi/vim ou emacs, e o nome dele, obviamente, é Geany.

Como disse antes, na imensidão de opções, boas aplicações ficam perdidas, e com relação do Geany, no meu “círculo social”, só vejo duas pessoas falarem do programa ativamente, eu mesmo e meu companheiro do canal #lin_vs_win, Vinícius PXMB. Isso é simplesmente chato, pois a aplicação é superior em vários sentidos ao GEdit ou até mesmo ao Kate, por exemplo. E o melhor: não depende de Gnome e nem de KDE, o programa é simplesmente Gtk2 e mais nada. Isso é um trunfo muito grande para aqueles que não usam ambientes “full” como os dois citados anteriormente.

Outro ponto forte é que o foco do programa é ser um IDE — ambiente de desenvolvimento integrado — e não um mero editor de textos avançado, por conta disso, várias linguagens são suportadas, inclusive suportando também compiladores.

A interface principal também exporta uma área de registro para operações realizadas e anotações rápidas, além de um simpático emulador de terminal VTE embutido. Essa área de registro é apresentada como “Janela de mensagens” e pode ser conferida na captura de tela abaixo:

Para quem utiliza ou já utilizou um editor como o Kate, sabe que uma barra lateral que permita acesso a diretórios, arquivos abertos e mesmo blocos do arquivo pode ser essencial. O Geany não deixa esse importante recurso de fora, o qual é apresentado como “Barra lateral” e pode ser conferido na captura de tela abaixo:

Importante dizer que o programa é bastante configurável e nunca apresentou problemas de instabilidade ou funcionamento errático no meu uso, que é praticamente diário. Sou usuário do mesmo desde a versão 0.12 (atualmente, a aplicação se encontra na versão 0.14).

Pontos fortes

  • Leveza
  • Estabilidade
  • Grande quantidade de recursos mesmo com um número de versão baixo
  • Suporte para plugins

Pontos fracos

  • Pouco conhecido

Espero que tenham gostado dessa introdução ao meu editor de textos favorito e aguardo um feedback. Até a próxima.

Forbidden

Enviado em software por Fabiane em agosto 23, 2007

Só pra tirar as teias de aranha deste blog abandonado. Abaixo, segue um wallpaper que fiz no Xara Xtreme (definitivamente um dos meus ilustradores vetoriais preferidos, pena que não tem pra Mac OS X). Clique aqui para fazer o download. É mórbido, mas a idéia é boa:

Links

Enviado em software por Fabiane em março 31, 2007

Quando um webdeveloper constrói uma página web, testa no Firefox, no Opera, no Netscape e até no (Argh!) Internet Explorer, mas nunca imagina testar num navegador em modo texto, né?

Pois bem, eu aceitei o desafio de um companheiro da comunidade e instalei o Links, o navegador em modo texto muito famoso do mundo Unix, no meu Ubuntu. E quer saber? É mais ou menos a mesma coisa que navegar por um browser “normal”, mas sem as imagens e as firulas todas.

Para acessar o Links, abra o terminal e digite links. Se ele não tiver instalado, instale. Se você, como eu, usa uma distribuição Linux Debian-based, digite no terminal sudo apt-get update, digite a senha de administrador, depois sudo apt-get install links. Ele vai instalar o programa, mas não pense que vai achá-lo nos menus, pois ele é um programa para modo texto, assim como o Emacs, o vi e o ffmpeg. Depois de instalado, digite links e comece a navegar.

01.png
O menu do Links

De início, a tela do terminal estará vazia. Aperte Esc, e o menu do programa aparecerá no topo da tela, e você poderá navegar por entre as opções usando as setas. Para escolher uma opção, é só apertar Enter. Para visitar um site, é simples: aperte g, digite o endereço e depois aperte Enter. Ele vai carregar a página mais rápido, e ainda vai ter todas (ou quase todas) as opções da interface gráfica.

Links
Go to URL

Em geral, ele é tão intuitivo quanto qualquer navegador comum, com a diferença que você usa o teclado para navegar e não aparecem imagens. Se não lembra um atalho, aperte Esc e procure no menu. Simples assim.

Links
O Megalopolis no Links

O bom de uma pessoa que trabalha com web usar um navegador desse é que você vê a importância de se usar os webstandards e pode corrigir certos erros na programação de sua página. No meu outro blog, por exemplo, haviam scripts não-comentados que ficavam aparecendo no Links e, muito provavelmente, em algum navegador antigo. Usando o Links, também vi na prática a importância de se colocar texto alternativo (argumento alt) nas imagens. Eu não tenho este hábito, mas a partir de agora, vou me esforçar pra isso.

Links
Erros semânticos no Megalopolis

Outra coisa que se percebe é a futilidade das páginas desenvolvidas em Flash. Além delas serem ruins de se construir (apesar de ser muito mais fácil fazer assim), implementar e compatibilizar, são inúteis num navegador como o Links, pois o que estiver em Flash não aparece. Você pode achar que eu estou falando besteira, e que um site como o YouTube não faria sentido se não fossem os .swf, só que o YouTube é um caso especial, assim como é justificável fazer tudo em Flash um portfolio online, ou coisas mais interativas, mas uma página comum toda em Flash é bobagem.

Por ser leve, resolvi testar downloads no Links. É só acessar o link do arquivo a ser baixado, apertar a tecla d, e confirmar o download. Leva pelo menos a metade do tempo que levaria num Firefox da vida e salva direto na pasta home. Não testei download de arquivos mais pesados, como músicas, porque a conexão está muito lenta aqui, mas quando testar, dou um update neste artigo.

UPDATE: Download muuuuuuuuuito rápido de arquivos pesados com o Links!

07.png
O Links fazendo download de imagem

Links
A imagem que Links baixou pra mim. Bi-ita, não?

Links
Links baixando música. Pirata sim, e daí?

Por tudo o que o Links é capaz de fazer, acho que ele será um aplicativo muito usado ainda aqui no meu desktop…

iPhone open source

Enviado em software por Fabiane em março 9, 2007

Já comentei sobre o Xara aqui. Confesso que, enquanto a maioria das pessoas que opta por um software de ilustração vetorial open source usa o Inkscape, eu não consegui me adaptar à ele, e prefiro Xara.

A ilustração abaixo eu fiz usando o Xara, para um trabalho da faculdade. Desenhei o iPhone, da Apple, e usei uma imagem em bitmap como papel de parede do gadget.

iPhone

Só não disponibilizo o arquivo .svg porque, por algum motivo obscuro, o Xara sempre dava erro ao tentar exportar: o resultado da exportação para este formato falhava. Você pode ver o iPhone original no site da Apple.

Introdução ao screen

Enviado em software por Caio César em fevereiro 3, 2007

O screen é uma espécie de “gerenciador de janelas” para o modo texto. Não… ele não manipula janelas, mas sim diversos programas rodando em diferentes quadros em um só terminal. Parece confuso? Nem tanto. Imagine algo como vários terminais em um, e que cada um seja uma janela, ou melhor, que cada um seja um quadro. O screen também permite dividir a tela em dois quadros (algo que o utilitário splitvt também) ou mais de dois.

Mas o que torna o screen especial são os recursos valiosos para quem trabalha com redes ou troca muito de terminal ou estação, quando eu digo redes, leia-se principalmente ssh; rodar mais de um programa quando em uma sessão ssh não é tão fácil, e nem sempre você quer abrir mais uma conexão, pois seria legal se você tivesse os aplicativos naquele mesmo terminal.

Abaixo, é possível observar o screen rodando dentro de um terminal no IceWM (gerenciador de janelas leve, mas com diversas comodidades), no meu Pentium 100, velhinho mas fiél :-) .

Tela inicial do screen

Ao abrir o screen é possível que você veja uma tela de copyright/boas-vindas, como é possível observar nela, basta teclar ENTER ou SPACEBAR para começar a “brincar” com o screen.

O screen, assim como os editores EMACS e JED, utiliza uma combinação de teclas seguida de mais outra combinação ou outra tecla sozinha para executar algum comando. A tecla que lhe permite passar comandos para o screen é, por default, Control+A (mostrada como ^A na ajuda do programa, em suas páginas de manual e daqui em diante nesse artigo também).

Após abrir o screen, você terá um shell, o mesmo tipo de shell que você usou-se para se logar. No meu caso é tcsh, mas no seu, deve ser o bash. Até o momento, nada parece diferente. Mas isso é só impressão ;-) .

Para chamar a ajuda, tecle ^A ? (tecle Control+A e depois de soltar as duas teclas tecle ponto de interrogação – ?). Observe a imagem abaixo, para mudar de página, você usará SPACEBAR e para sair da ajuda, você usará a tecla ENTER.

Ajuda do screen

Para rodar um programa em outra janela, digite no shell aberto pelo screen:

[caio@porta-copos /]> screen nome-do-programa

Por exemplo:

[caio@porta-copos /]> screen lynx

Outra janela deve se abrir com o navegador web modo texto Lynx (mas nada impede você de usar outra aplicação, especialmente uma que você julgue mais fácil de usar). Agora, vejamos os comandos para alternar entre as duas janelas:

  • Alternar rápidamente para a próxima janela: ^A
    SPACEBAR
  • Alternar para a próxima janela: ^A n ou ^A^N
    ou ^A^@
  • Alternar para a janela anterior: ^A p ou ^A^P
    ou ^A^?
  • Visualizar a lista das janelas abertas: ^A “ (depois
    selecione a janela desejada com as teclas de seta e confirme com ENTER)
  • Vizualizar as janelas abertas na barra de status: ^A^W ou ^A w
  • Alternar rapidamente para alguma janela cujo o número você viu no comando anterior: ^A número-da-janela
  • Ir e voltar entre uma janela e outra (entre duas janelas, a de agora e a de antes): ^A^A

Se desejar abrir um novo shell, você não vai precisar digitar “screen nome-do-shell”, em algum shell que já esteja aberto, simplemente tecle: ^A^C ou ^A c.

Se você quiser ver data e a hora no meio de alguma tarefa que esteja realizando, tecle: ^A^T ou ^A t.

Se você quiser destruir uma janela (matar), utilize ^A K.

Agora, vamos fazer algo que eu descrevi lá no início do arquivo. Dividir o quadro em mais de um. Para dividir a tela em duas, tecle: ^A S

Exemplo do uso do comando “split”

Agora, lhe ensinarei a trabalhar com a tela dividida, veja as combinações de tecla:

Alternar entre os quadros: ^A TAB

Ainda no assunto anterior, é inevitável que uma hora ou outra você queira alterar o tamanho de um dos quadros, para isso use: ^A : depois, digite o comando resize seguido de um dos parâmetros abaixo e tecle ENTER.

  • +N (onde N é o número de linhas em que o quadro ativo deve aumentar)
  • -N (onde N é o número de linhas em que o quadro ativo deve diminuir)
  • = (para deixar todos os quadros com o mesmo tamanho

E por último, vou ensinar você a bloquear o terminal em uso, para isso, use ^A^X ou ^A x e forneça uma senha (confirmando-a duas vezes). Quando quiser desbloquear, digite a senha e confirme com ENTER. Lembrando que essa senha não precisa ser a mesma da sua conta de usuário.

O screen sairá automaticamente quando não houver mais nenhum quadro aberto.

Espero que tenham gostado desse artigo, quem sabe numa próxima eu não ensino sobre as funções de attach/detach do screen e sobre copiar e colar?

Até a próxima!

Xara Xtreme

Enviado em da redação,software por Fabiane em novembro 25, 2006

Fiz hoje uma ilustração no Xara Xtreme, baseada num desenho que fiz num caderno meu. Na minha opinião, para ilustrações desse tipo, o Xara é melhor que o Corel Draw. O Corel é muito travado pra editar nós, algumas opções estão muito escondidas, além de uma coisa chata que o Corel tem que a maioria das pessoas que conhecem o bicho sabem: ele não lida bem com transparências.

Xara

No blog do LedStyle, ele faz uma resenha muito boa sobre o Xara, além de entrar em mais detalhes a respeito de ferramentas do software, e disponibilizar um video para download, demonstrando alguns recursos do software.

Pessoalmente, eu não tinha gostado do Inkscape, o achava muito limitado, e o Drawing do OpenOffice.org é muito esquisito, mas depois que saiu o Xara, não quis saber de outra coisa para vetor no Linux – se bem que existe a versão pra Windows, mais completa até que sua versão pra Linux, mas no Windows eu uso Corel mesmo, por questões de compatibilidade com arquivos criados na faculdade, nos PCs.

Por enquanto, ainda não saiu uma versão para Mac OS X e a equipe de desenvolvedores está trabalhando nisso, mas ficamos no aguardo, já que o objetivo da minha pesquisa não é focar sistemas operacionais. Melhor seria que cada software tivesse uma versão para cada sistema (como o Blender, que possui uma versão até pra IRIX!), e assim deixar o usuário muito mais livre e com muito mais possibilidades de escolha. :)

O Xara Xtreme for Linux pode ser baixado aqui, e for Windows, aqui. A versão Windows é trial (15 dias), e pesa 21 MB, custando 79 dólares para compra. A versão Linux é gratuíta e pesa 19 MB.

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Um colega meu viu as diretrizes apresentadas neste blog depois que passei o link para ele e fe as seguites sugestões:

Eu recomendo telefonar ou ir pessoalmente até as agências, o Luiz Felipe e a Natalie do 4º ano [colegas de curso que estavam fazendo TFG] me pediram uma página em php também pra levantamento de dados, eles tiveram muito pouco retorno. Eu penso que falar diretamente com a pessoa é melhor pq é mais rápido. Depender da boa vontade das pessoas não é bom, as pessoas não tem boa vontade!!!

Não seria melhor vc levantar categorias de software? Digo… invez de perguntar se a pessoa utiliza corel, illustrator, photoshop, etc… pergunte qual é o software usado para ilustração vetorial, tratamento de imagens, etc… É menos cansativo para você e para quem vai responder.

Às vezes a gente chega a uma conclusão que não é o que a gente queria chegar. Não se assuste se no final da pesquisa você concluir que usar software proprietário é “melhor” do que livre. Da mesma forma que achei absurda a nota que os usuários deram ao site da prefeitura [tema do TFG dele - Usabilidade]. Eu queria que a nota fosse menor! Mas jamais mascare os resultados… às vezes dá vontade de fazer isso.

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Decidi que minha pesquisa será voltada somente a softwares de tratamento de imagem e vetoriais. Imagine o trabalho do cão pra testar e comparar softwares de modelagem 3D e animação, edição de vídeo, pós-edição de vídeo, CAD, animação 2D…

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Ah, sim! Esses dias fiz um trabalho inteiro usando softwares open source: um cartaz ilustrado, usando o Xara Xtreme e o GIMP, no Ubuntu Linux.


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