Sabe o que é phoda?
Em um dia desses, nas minhas andanças internéticas, me deparei com o post de um jovem no Orkut onde ele relatava a frustação com o Linux. Tentou Arch, Debian, Ubuntu, PcLinuxOS, Slackware, Fedora e teceu conceitos similares aos do Ubuntu para BigLinux, Mandriva… também não conseguiu usar Gentoo.
Naquele momento, comecei a refletir. Já sou usuário de Linux há um tempo bastante considerável, comecei de verdade com o Slackware 7.1, lá nos idos de 2001, faz tempo, já estamos em Maio de 2009 e a evolução foi visível. Mas por algum motivo, eu dispensei diversas inovações e mantive um bom uso do Linux até hoje, no entanto, as vezes olho por aí e não vejo isso.
Comecei a me perguntar:
- O que é importante para mim?
- O que busco no Linux hoje?
- Como é minha relação com a plataforma hoje?
- Ainda me frustro?
- Como ficou meu amadurecimento em relaçao a tecnologia e a Microsoft?
Talvez… eu devo ser uma espécie de monge mesmo, geralmente identifico e corrijo problemas; configuro componentes e evito automatismos que eu posso contornar com implementações mais simples, minhas ou de outros aplicativos não necessariamente complexos, julgo mais rápidas e práticas impĺementações que talvez não sejam automáticas, mas nem por isso deixem de ser simples; não utilizo mais ambientes integrados; basicamente, fiz um trial de meses do KDE, GNOME, Xfce, montagem automática… acabei e… reprovei tudo.
Talvez eu me adapte a uma forma mais “Unix-like” de ser e por isso acabei realmente ficando com o Slackware, embora tenha gostado do Gentoo, mas não tenha máquina legal para usá-lo hoje e não penso em trocar o Slackware tão facilmente.