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Sabe o que é phoda?

Enviado em Uncategorized por Caio César no Maio 2, 2009
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Em um dia desses, nas minhas andanças internéticas, me deparei com o post de um jovem no Orkut onde ele relatava a frustação com o Linux. Tentou Arch, Debian, Ubuntu, PcLinuxOS, Slackware, Fedora e teceu conceitos similares aos do Ubuntu para BigLinux, Mandriva… também não conseguiu usar Gentoo.

Naquele momento, comecei a refletir. Já sou usuário de Linux há um tempo bastante considerável, comecei de verdade com o Slackware 7.1, lá nos idos de 2001, faz tempo, já estamos em Maio de 2009 e a evolução foi visível. Mas por algum motivo, eu dispensei diversas inovações e mantive um bom uso do Linux até hoje, no entanto, as vezes olho por aí e não vejo isso.

Comecei a me perguntar:

  • O que é importante para mim?
  • O que busco no Linux hoje?
  • Como é minha relação com a plataforma hoje?
  • Ainda me frustro?
  • Como ficou meu amadurecimento em relaçao a tecnologia e a Microsoft?

Talvez… eu devo ser uma espécie de monge mesmo, geralmente identifico e corrijo problemas; configuro componentes e evito automatismos que eu posso contornar com implementações mais simples, minhas ou de outros aplicativos não necessariamente complexos, julgo mais rápidas e práticas impĺementações que talvez não sejam automáticas, mas nem por isso deixem de ser simples; não utilizo mais ambientes integrados; basicamente, fiz um trial de meses do KDE, GNOME, Xfce, montagem automática… acabei e… reprovei tudo.

Talvez eu me adapte a uma forma mais “Unix-like” de ser e por isso acabei realmente ficando com o Slackware, embora tenha gostado do Gentoo, mas não tenha máquina legal para usá-lo hoje e não penso em trocar o Slackware tão facilmente.

(mais…)

Maemo! Nokia N800: Primeiras impressões

Enviado em gadgets, hardware por Caio César no Janeiro 3, 2009
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Quem me conhece sabe o quanto sou apaixonado por dispositivos móveis, celulares, computadores de mão, telefones inteligentes, dicionários eletrônicos (pasme!), tocadores de mídia portáteis e por aí vai…

Pois bem, em mais uma manobra retardada ousada, comprei um Nokia N800 usado, em ótimo estado, aparentemente com pouco uso. O preço? O aparelho custou R$ 525, mais o custo do SEDEX, o que totalizou um total de R$ 565, o que para mim, é uma verdadeira facada, caro leitor.

O que encontrei ao receber o SEDEX e abrir a caixa:

  • Nokia N800 ainda com a película original;
  • Carregador com o conector padrão da Nokia;
  • Fone-de-ouvido stereo típico de um aparelho N-Series;
  • Cartão SD de 128 MB da Nokia;
  • Caneta Stylus sobressalente;
  • Guia de primeiros passos;
  • Cabo USB para conexão com computador de mesa;
  • Capa para transporte.

O manual em si, acabou não vindo e o vendedor disse que provavelmente não o recebeu. Bem, aparelho usado é usado, então, nada de reclamações (especialmente pelo preço).

(mais…)

TCC: em que pé que tá essa joça?

Enviado em da redação por Fabiane no Junho 12, 2008

Acho que devo explicações sobre meu TCC, afinal criei este blog justamente para falar dele.

Foi um início bem conturbado. Primeiro, porque meu objetivo inicial (e ingênuo) era testar todos os softwares possíveis, de todas as atividades nas quais o design pudesse estar minimamente envolvido. Depois, eu me apaixonei por tipografia – por causa do professor que lecionava essa matéria ano passado (e também é coordenador do curso) que é um ótimo professor, daqueles exigentes na medida certa, e com quem você gosta de bater papo por horas -, e resolvi, também ingenuamente, conduzir a pesquisa pros softwares open source de tipografia. Ou melhor, pro único software, afinal só existe o Font Forge.

Aí, eu caí na real, conversei com professores, e decidi focar nos de desenho vetorial e edição de imagens bitmap. Já está quase tudo definido, já passou a parte da pesquisa grossa, e em mais ou menos dois meses eu já caio na pesquisa de campo propriamente dita.

Explico: primeiramente, fiz pesquisa histórica – eu adoro História. Falei da história da informática, da computação gráfica, da interface de usuário. No segundo capítulo, contextualizei a informática dentro do design, falei (pouco, reconheço) da transição da época em que ainda se fazia composição e layouts à mão pra época em que já havia Macintoshes e Amigas auxiliando no trabalho. O terceiro foi sobre os softwares open source, um capítulo que englobava licenciamentos e toda essa parte chata e burocrática. No quarto capítulo, falei da indústria do software mais especificamente, das diferenças entre licenciamentos de software open source e proprietário. O último capítulo foi sobre metodologia. Foi o capítulo mais incompleto, porque não sabia direito (aliás, ainda não ficou muito claro para mim) como fazer as avaliações. Mas enfim, essa foi a única reclamação por parte da relatoria.

Agora, na segunda fase, é corrigir o texto, acrescentar o que faltou, extrair o que sobrou e partir pra pesquisa de campo, com testes de usabilidade, checklists e o diabo ISO/DIN. Depois, tabular resultados, elaborar conclusões e pronto. Falando assim até parece fácil, mas tem uma carga de trabalho imensa, principalmente quando se trata do teste de usabilidade, porque tem uma série de exigências a respeito de local onde é realizado, perfil do usuário envolvido, parafernália em volta usada pra registrar tudo, um trabalho do cão.

Aguardem cenas dos próximos capítulos.

Anotações sérias

Enviado em software por Caio César no Maio 12, 2008
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Você costuma tomar muitas notas quando utiliza o seu computador? Se costuma, como anda fazendo? Usando uma aplicação estilo o Tomboy ou XPad ou ainda apelando para os famigerados e valentes “.txt”?

Quando me fiz essas perguntas, me encontrava com um acervo (leia-se zona) muito grande de anotações dispersas em inúmeros arquivos “.txt” e várias notas post-it do XPad (que por sinal, andava me irritando com alguns bugs e constantes encerramentos súbitos).

A solução foi quando eu decidi procurar um programa similar ao KeyNote, não… não o programa de apresentações da Apple, mas este aqui:

Queria algo similar para Linux, nem precisava ser tão bom, com abas e todos os recursos do KeyNote. E de fato, não achei algo como o KeyNote, mas cheguei bem perto e principalmente, resolvi meu problema.

O nome da solução? NoteCase. A interface do programa é limpa e apresenta uma disposição de dois painéis abaixo da barra de ferramentas, veja:

No lado esquerdo, é apresentada a estrutura do documento em árvore e no lado direito, o conteúdo correspondente à entrada selecionada na árvore. Simples, não?

Você pode criar nós com certa liberdade e ir estruturando suas anotações, conforme desejar. O programa inclui 4 ícones para representar os nós e você pode usar ícones armazenados no sistema-de-arquivos também, como eu fiz na captura acima.

O programa permite a inclusão de imagens nas anotações, uso de formatação básica no texto (não é possível alterar a fonte, por exemplo), inclusão de ligações para endereços web e a inclusão de anexos, o que é muito útil.

Para quem estiver preocupado com o formato usado pela aplicação (.ncd), o mesmo é uma espécie de XML e o NoteCase exporta para HTML e (pasmem!) até para um binário executável, o que é raríssimo de ser visto por aí. Os anexos ficam armazenados dentro do arquivo codificados em BASE64.

Se você quiser usar o NoteCase para gerenciar tarefas de forma básica, é possível também. Por exemplo, se você tem um nó chamado “Faculdade” e vários subnós, cada qual correspondente a uma tarefa (trabalhos e pesquisas, por exemplo), contendo informações e apontamentos, você pode ter controle do que já foi feito teclando espaço (ou se preferir, usando o comando “Mark node as finished” no menu contextual) ao selecionar o subnó na árvore. Vá até o nó pai (nesse caso, seria Faculdade) e verá na barra de status o progresso, incluindo até porcentagem de conclusão. É bem legal, embora minha explicação talvez tenha ficado confusa.

Um detalhe interessante é que a ajuda do programa foi montada usando ele próprio. Muito legal.

Espero que tenham gostado e que esse software facilite tanto a vida do leitor quanto facilitou a minha.

Osmo!

Enviado em software por Caio César no Maio 12, 2008
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Precisando de um organizador pessoal prático e rápido, que possa ficar sempre à sua disposição? Então você talvez queira experimentar o Osmo.

O que mais chama a atenção no aplicativo não é a leveza ou a quantidade de recursos, mas sim, a interface, organizada de forma diferente e que certamente não é comum. Eu particularmente gostei e talvez tenha sido um dos motivos para a escolha dele.

Captura de tela do Osmo

Assim como boa parte do que uso, o Osmo não pede bibliotecas obscuras ou é voltado para algum ambiente gráfico de grande porte. O programa utiliza o toolkit gráfico Gtk2 e tem um visual bacana e atual, que combina com o conjunto de ícones Tango.

Basicamente, você pode organizar nele: contatos, tarefas e controlar um calendário de forma básica. Parece muito simples? Talvez até seja, mas o programa é rápido e o uso dos recursos não é complexo, o que torna-o prático para um uso corriqueiro e diário.

Uma dica para tornar o fácil o acesso é deixá-lo sempre na bandeja do sistema e carregá-lo automaticamente com seu ambiente gráfico.

Mas infelizmente, nem tudo são flores… o projeto é bastante novo e ao contrário do Geany, carece de uma boa tradução para o português do Brasil. Estou cogitando até traduzir, pois é um programa muito bacana. No momento, venho usando em inglês e descartei o arquivo de localização — /usr/share/locale/pt/LC_MESSAGES/osmo.mo —, em meu Slackware Linux 12.

Vale uma conferida, com certeza!

Até a próxima.

A arte de rabiscar

Enviado em software por Caio César no Maio 11, 2008
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Ah… os programas de desenho… muitos de nós, quando crianças, passávamos horas e horas desenhando, ou, como prefiro dizer, fazendo uns rabiscos, hehehe. Alguns desenhavam em papel, mas não raramente, desenhavam em computadores também.

Quem começou com Windows 3.x, provavelmente o fazia no Paintbrush e quem começou com Windows 9x/NT 4, provavelmente o fazia no Paint.

O ambiente Gnome, por padrão, não traz nada que lembre um programa raster de desenho voltado para tarefas simples, como era o Paintbrush. O ambiente KDE, possui o “kolourpaint”, mas nem todos usam KDE ou mesmo gostam da opção fornecida pelo ambiente.

Eis então que temos o mtPaint, mostrado na captura de tela abaixo:

O mtPaint não possui uma interface inovadora e nem mesmo parece simples de usar como um Microsoft Paint da vida. E de fato, ele não é, embora tenha uma cara simpática.

O programa apresenta recursos como a exportação da imagem em ASCII-art e a possibilidade de criar GIFs animados, visto que é possível criar animações, usando a (rústica) capacidade de layers (camadas) que o programa fornece.

O programa também trabalha de forma simples com canais e permite o uso de uma dúzia de efeitos.

Uma outro ponto a se destacar, é o suporte a dispositivos de entrada extendidos, tais como mesas digitalizadoras, o que provavelmente deve enriquecer a experiência (ou diversão, dependendo da pessoa).

Em meu sistema Slackware Linux 12, o programa é capaz de salvar e abrir arquivos nos formatos BMP, GIF, PNG, TGA, TIFF e XPM. Desconheço o motivo da omissão do popular JPEG.

Com certeza o mtPaint é mais um programa bacana e pouco conhecido. Se você sempre gostou de aplicações como o Paintbrush, agora já conhece uma opção interessante.

Aguardo seu feedback e quem sabe umas ilustrações também ;-) . Até a próxima!

Introdução ao Geany

Enviado em software por Caio César no Maio 11, 2008
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Quando pensamos em edição de texto, especialmente para usuários mais avançados ou simplesmente geeks em sistemas *nix e Unix-like, dois nomes costumam ser citados: emacs e vi (ou a versão melhorada dele, vim). Entretanto, além de uma infinidade de editores populares, para X Window ou console, temos sempre bons aplicativos que ficam perdidos.

Hoje, apresento um deles, como alternativa ao vi/vim ou emacs, e o nome dele, obviamente, é Geany.

Como disse antes, na imensidão de opções, boas aplicações ficam perdidas, e com relação do Geany, no meu “círculo social”, só vejo duas pessoas falarem do programa ativamente, eu mesmo e meu companheiro do canal #lin_vs_win, Vinícius PXMB. Isso é simplesmente chato, pois a aplicação é superior em vários sentidos ao GEdit ou até mesmo ao Kate, por exemplo. E o melhor: não depende de Gnome e nem de KDE, o programa é simplesmente Gtk2 e mais nada. Isso é um trunfo muito grande para aqueles que não usam ambientes “full” como os dois citados anteriormente.

Outro ponto forte é que o foco do programa é ser um IDE — ambiente de desenvolvimento integrado — e não um mero editor de textos avançado, por conta disso, várias linguagens são suportadas, inclusive suportando também compiladores.

A interface principal também exporta uma área de registro para operações realizadas e anotações rápidas, além de um simpático emulador de terminal VTE embutido. Essa área de registro é apresentada como “Janela de mensagens” e pode ser conferida na captura de tela abaixo:

Para quem utiliza ou já utilizou um editor como o Kate, sabe que uma barra lateral que permita acesso a diretórios, arquivos abertos e mesmo blocos do arquivo pode ser essencial. O Geany não deixa esse importante recurso de fora, o qual é apresentado como “Barra lateral” e pode ser conferido na captura de tela abaixo:

Importante dizer que o programa é bastante configurável e nunca apresentou problemas de instabilidade ou funcionamento errático no meu uso, que é praticamente diário. Sou usuário do mesmo desde a versão 0.12 (atualmente, a aplicação se encontra na versão 0.14).

Pontos fortes

  • Leveza
  • Estabilidade
  • Grande quantidade de recursos mesmo com um número de versão baixo
  • Suporte para plugins

Pontos fracos

  • Pouco conhecido

Espero que tenham gostado dessa introdução ao meu editor de textos favorito e aguardo um feedback. Até a próxima.

Let’s go!

Enviado em Uncategorized por Fabiane no Março 7, 2008

Clique na imagem abaixo para ver:

aprovado

Citation needed

Enviado em da redação por Fabiane no Fevereiro 24, 2008

Quando se faz uma pesquisa científica, deve-se ver o problema “de fora”. No meu caso, vou pesquisar a respeito dos softwares open source e sua aplicabilidade como ferramenta par designers. Meu pré-conceito diz que os open source vão perder e que os proprietários são muito superiores, mas eu não posso chegar a conclusões precipitadamente. Eu preciso provar com pesquisa bibliográfica, de campo, quantitativa e qualitativa, e apenas depois disso elaborar uma conclusão. E devo ter um cuidado que muitos pesquisadores não têm: tem gente que ama tanto o seu tema que encontra base para provar sua hipótese. Se for assim, nem precisa fazer pesquisa, oras!

Seguem abaixo trechos de alguns livros que usei como referência.

“[...] a informática pode ser utilizada em praticamente toda a atividade humana. Mas seus efeitos são especialmente avassaladores em algumas, principalmente pela drástica redução de mão-de-obra e aumento vertiginoso da produtividade.”

[CARMO, João C. O que é informática. Coleção Primeiros Passos. 2ª edição. São Paulo: Brasiliense, 1986, p. 46]

“[...] os desenvolvimentos digitais oferecem aos designers um leque de ferramentas de luxo para explorarem, desenvolverem e realizarem idéias de formas mais eficientes, mais rápidas e baratas.”

[GORDON, Bob e Margie. O guia completo do Design Gráfico Digital. Lisboa: Livros e Livros, 2003, p.9]

“Quando você projeta um objeto com o computador, cria um modelo eletrônico descrevendo todas as três dimensões do objeto. Se você quiser ver o objeto de uma perspectiva diferente, pode pedir para o computador exibi-lo em outra visualização. No papel, você precisa produzir um desenho diferente para cada visualização e, se fizer alterações, terá de redesenhar todas as visualizações afetadas.”

[NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, 1996, p. 9]

“Com o aparecimento de plataformas operacionais como os sistemas Macintosh (introduzido pela Apple em 1984) e Windows (introduzido pela Microsoft para concorrer com o primeiro), tornou-se não somente possível como simples e barato manipular fontes, espacejamento, entrelinhamento e uma série de outros elementos gráficos que antes era de domínio quase exclusivo do tipógrafo profissional. Como conseqüência, o exercício do design gráfico – ou pelo menos do seu aspecto instrumental – foi democratizado de modo radical e decisivo, processo que aparenta estar apenas no início.”

[DENIS, Rafael Cardoso. Uma introdução à história do design. São Paulo: Editora Edgard Blücher, 2000, p. 214]

“Em um sistema em que a prosperidade depende de um consumo sempre crescente, a idéia de produtos descartáveis passa não somente a fazer sentido mas se torna uma necessidade. Quanto mais se joga fora, mais oportunidade se gera para produzir de novo o mesmo artigo, o que ajuda a manter uma taxa positiva de crescimento. A pratica de descarte se tornou tão central à filosofia da indústria americana nessa época que acabou sendo levada ao palco conceitual: levando a idéia da obsolescência estilística à sua conclusão lógica, muitas indústrias deram início [...] a uma política de obsolescência programada, ou seja, de fabricar produtos projetados para funcionar por um tempo limitado. Embora os avanços tecnológicos permitissem criar produtos que durassem cada vez mais, não era necessariamente do interesse do produtor que isso ocorrece. A meta do sistema era estimular o consumo de reposição, aproveitando uma superabundância de materiais e de capacidade produtiva para manter o crescimento contínuo do todo.”

[Op Cit. p. 151]

Devagar se vai ao longe – updated

Enviado em da redação por Fabiane no Fevereiro 21, 2008

Neste momento, depois de algumas reviravoltas, meu projeto está tomando corpo. Agora, está em desenvolvimento o meu projeto de pesquisa. Seguem abaixo alguns tópicos dos quais tratarei nele e que serão aprofundados caso ele seja aprovado e eu vá para a primeira fase do TCC:

- Introdução da informática como ferramenta de design

- Designers precursores

- Facilidades trazidas pelo computador

- Designer responsável pelo processo: eliminação de fotolitos, letraset, etc

- Influência da informática no processo de design

- Popularização das ferramentas e dos meios de produção

- Leigos fazendo “design”/design instintivo/banalização do design/templates

- Desktop publishing

- Softwares acessíveis

- Pirataria

- Importância do conhecimento instrumental das ferramentas

- “Ditadura da ferramenta”

- Designer à mercê do software

- Obsolescência programada

- Ferramentas desnecessárias

- Preços, custos e pirataria

- Definição de open source

- FOSS e as várias categorias de software open source

- Tipos de licensiamento

- A licensa proprietária (EULA)

- Open source vs. desenvolvimento fechado

- Vantagens do open source sobre o proprietário

- Vantagens do proprietário sobre o open source

- Empresas que investem em software open source

- Vantagens e desvantagens que o open source pode proporcionar nesta área específica

- Levantamento das ferramentas existentes e seus semelhantes proprietários

- Comparação entre funções, preços, formatos e outros dados técnicos

- Teste de usabilidade com softwares open source e proprietários

- Estudos de casos: Blender Foundation (Peach, Elephants Dream, Apricot), Plumíferos, etc.

- Resultados e conclusões feitas a partir das comparações

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Ao ilustre senhor que primeiro comentou esta postagem, tenho algo a dizer: Espero que você também faça, com louvores e elogios, seu TCC, e seja tão elogiado quando eu, que apenas tive uma conversa preliminar com meu possível orientador. Muito obrigado pela audiência e volte sempre.

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